terça-feira, 6 de novembro de 2012

Suicide Echoes - Suicide On The Dancefloor

Após a conclusão do álbum “The Light”, aproveitando ainda algumas gravações que não se integravam neste, surgiu a ideia de um novo trabalho.
Desta vez (e pela primeira vez) um álbum disponível para download.
Na opinião de Sid “Este é um álbum diferente, com musicas que podem ser consideráveis dançáveis.” Também é a primeira vez que surge uma cover, desta feita de uma musica dos Opus “Life is Life”.
Depois de ter sido convidado para fazer parte de uma compilação pela “Abismo Humano”, em parceria com a Korvustronik, volta a ser convidado para o lançamento de um álbum….
E sem mais rodeios pela “Abismo Humano”, em parceria com a Korvustronik, Suicide Echoes apresenta… Suicide on the Dancefloor…

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Rei Eterno * workshop de escrita criativa



"Rei Eterno não é um curso - é uma experiência, um contexto que te conduz a um estado vulcânico de criação." José Silva

Como falou a primeira pessoa?

O mundo falou na primeiríssima pessoa.


A chucha do bebé são palavras sem outra forma se não a forma que ainda estão a tomar. É preciso que o homem aprenda a respirar como quem está a transar. O impulso vocal como base primeira da escrita, os cabelos como as primeiras canetas vindas da terra para escrever no céu o fim dos destinos.

Não aceitaremos mais horóscopos, mais ordens, aceitamos só o que vem enquanto ainda se forma, sobretudo enquanto ainda se desforma.

Luz viva, palavra, som, estrela e chuva... Este cântico está cheio de terra. A flor da terra aqui está a lavrar e abre e semeia a casa de um bebé - estrela. O fogo de quatro velas que te trazem os rios das manhãs. E tu cantas o que nunca aprendi - o que eu tanto sente. Eu que nunca aprendi. Tanto tempo pássaro que entre estrelas rio. Já! Vivo o murmúrio destas águas. Canta - Pássaro Azul. Como um Pássaro voa para dentro da terra e o Xamã canta tudo o que Ela quiser.

*

Animal, o homem esquece. Esquecendo, o homem cria. O que acontece é que é um rei de coisa nenhuma. Um criador das línguas. O reino eterno não tem princípio nem fim e todos os seus súbditos, súbditos do impulso criador do primeiro choro de bebé, em todas as palavras, há que cantá-lo de todas as formas.

O nosso segredo é que não dou ordem a ninguém, estamos todos acordados, folhas, terras, estrelas, pessoas. Ela, a criatividade, acordou-os a todos, e ninguém precisa de ordens. O comando eterno é um menino no fundo do Inverno. Seguir a estrela é não ter referências humanas: Chegar ao berço. Fumar cachimbos. Comer broas de milho. Fungar com vontade.

Peixe - estrela. A Lua veio vê-la. A escrita antiga. Como escrever isto, de tão antigo que é? Vem de baixo, porque o chão está cheio de estrelas. Que vão para baixo, ao reino dos céus. Porque os que se sentaram lá em cima não nasceram e assim nas leanas se enredaram.

Ressuscita! Rei eterno é: um caminho, uma voz que te acorda e te eleva - me devorou já. Entra dentro do teu corpo. Dá para ver o que tu estás a ver. Porque escreves - escreve comigo - meu irmão.

Curso Completo Inclui 4 Módulos e a Composição de um Livro, resultante do Curso.

Por modulo: 25€
4 módulos pagos de uma vez: 83€
Horário: das 20:07h às 22h
Localização: Kultudulé
Rua Diogo Couto, nº1, 6º Dto, 1100-194 lisboa

17 de Novembro
A escrita extática por via dos sentidos

8 de Dezembro
A escrita extática por via do esquecimento e da dissolução

21 de Dezembro
A escrita extática como meio de conjuração

Data a combinar
A escrita como fim e principio, e como frincipício.


Facilitadores:André Consciência e José Martinho da Silva

INSCRIÇÕES POR EMAIL: CAMINHODECURA@GMAIL.COM

sábado, 3 de novembro de 2012

Place de L'Alme lança "Spiritus Flat Ubi Vult"








Depois do EP "Black Silence Thirteen", Paulo Cinzas, mentor do projecto Place de L'Alme acaba de lançar o seu 1º álbum "Spiritus Flat Ubi Vult". O download pode ser feito na SkyDrive da Korvustronik, no seguinte link:




Place de L'Alme foi o nome mais inspirador que Paulo Cinzas descobriu para o seu projecto pessoal artístico e musical por volta do ano 2000, na capital de Lisboa (Portugal). Algures em Marrocos, foi onde este nome teve a sua origem, dando nome a um Bar que era frequentado por Jean-Paul Sartre e Jean Genet. Anos antes, 1994/95, foi quando Paulo Cinzas iniciou não o seu projecto, mas uma forma de construir a sua música, baseada em amostras ou samples da sua autoria e com esta determinação solitária, criar atmosferas e sonoridades experimentais, próprias do "Impromptu Mundo".

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Novo álbum de Monte 6 - "Muu"


O novo álbum do projecto Monte 6, intitulado "Muu", já está disponível desde ontem para download na SkyDrive da Korvustronik no seguinte link:
http://sdrv.ms/Y3q50e

O álbum de Monte 6 "Muu" tem como participantes, Aeternum X,  André Consciência e Andreia Oliveira (Galadryella - a.k.a Mrs.G). A temática de Monte 6 tem um cariz alienígena, fora deste mundo, que nos transmite por vezes um ambiente estranho e enigmático e que nos faz transportar para uma dimensão rural e neolítica.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Espelho Mau @ In Live Caffé



Os Espelho Mau apresentarão novo material neste dia 16 de Novembro pela Moita, com lugar no mítico In Live Caffé.

Espelho Mau é uma ideia saída da mente distorcida de Paulo Moreira (Gondolin, Disclosure) e cimentada com os delírios melómanos de Nuno Soares (A Kausa, Vodka Pedra, Phantom Vision) e Alex Hellraiser (Bloodquest, Noctívagus). Mais do que uma banda, é uma experiência em que se cruzam diferentes universos, da electrónica ao rock, do fado ao gótico, da música de câmara a canções de embalar. Espelh
o Mau é uma viagem por vivências diversas, um revelar de emoções, uma travessia de espaços de relação aos mais diferentes níveis, agora enriquecida com o cinismo cintilante de Pedro Vieira (Noyhagem, Structura, Noctívagus, Eletrólise), derramado em golfadas para as teclas e programações. 
Espelho Mau é uma banda de Almada que realizou umas boas dezenas de actuações desde 31 de Outubro de 2007, incluindo espectáculos com Sins of the Flesh (UK/Jap.), Manuskript (UK) e Pretentious, Moi? (UK). Depois do split CD "Gay Music For Straight People… e Outras Estórias" (com La Chanson Noire) e do EP "Obscura Evidência", o Espelho inicia já no dia 10 de Novembro a promoção do seu primeiro álbum, "Fado Menor".
E prepara-se para "abrir" para Diary of Dreams, na República da Música, no dia 24 de Novembro.

Banda:

Espaço: 


Entrada 5 euros c/1 imperial.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Rei Eterno, Sessão Apresentação de Escrita Destrutiva







18:00 até 20:00 no Castelo de Asgard, Rua Tomé de Barros Queirós, nr. 29b, 2710-624 Sintra

Coisas a acontecer:

Tornar-se assombrado
Tornar-se obcecado
Escrever em visões

Escrever em metáforas
Escrever através de estranhas coincidências a ser compreendidas meses depois
Escrever com tintura de ouro

Os humanos e as fadas têm uma relação inversa no que respeita a razão e a magia. Os homens possuem grande capacidade para a primeira e menos para a segunda enquanto as fadas encontram-se com enorme poder mágico mas pouca capacidade racional. As fadas são os humanos e os humanos são as fadas.

Nesta demonstração da Oficina de Escrita Criativa "Rei Eterno", aprendemos a torcer a língua. A escrever queremos ver, a escrever examinamos cuidadosamente as coisas, de perto mas não demasiado perto. Não é uma escrita normal. Com a escrita normal entraríamos em colisão com os objectos, com a escrita torcida contornamo-los, vemos com clareza.

Linguagem directa e concreta assusta os espíritos, por isso, de forma deliberada, faremos uma elipse multi-referencial para espelhar o espalhado da natureza dos seres e dos seus objectos. As palavras são seres verdadeiros que tanto são como não as coisas que animam. O verbo não possui uma natureza estável ou unitária e por isso, em paradoxo, a espreita da escrita destrutiva é a única forma de o descrever adequadamente. A metáfora não é uma indicação afastada mas a única possível. 

Para o verbo ser, é preciso eliminar o verbo ser.

Entrada Livre. Apresentação do Workshop Escrita Criativa - O Rei Eterno

domingo, 14 de outubro de 2012

Shadows of Nothing - Advent Mechanism


Sempre com vista ao raro, a Abismo Humano em parceria com a Korvustronik apresentam o primeiro trabalho dentro do estilo em Portugal. 

Shadows of Nothing nasceu da renuncia existencial, para expressar toda a revolta e toda a escuridão, a inexistência do amanhã, um mundo paralelo para o qual somos arrastados e do qual não nos conseguimos esconder. É após a travessia do vazio que surge a liberdade. 

Uma viagem psicologicamente revoltante e desconfortável que dará carne ao macabro mundo de Advent Mechanism.